Código Prada: Quando Santos Entra no Roteiro do Marketing Experiencial de Luxo
Três empresárias santistas transformam a estreia de “O Diabo Veste Prada 2” em uma ativação de posicionamento que vai muito além do cinema — e coloca Santos no mapa das experiências premium do litoral paulista.

Cris Aragoni
Editora-chefe e Fundadora

Há eventos que se assistem. E há eventos que se vivem — por quem entende o jogo. É exatamente com essa premissa que três empresárias de Santos estão transformando a estreia de “O Diabo Veste Prada 2”, prevista para 30 de abril de 2026, em algo muito maior do que uma sessão de cinema. O Código Prada é uma ativação de marketing experiencial que vai reposicionar Santos no mapa das experiências premium do litoral paulista.
O Maior Case de Marketing do Cinema Contemporâneo
Para entender o que está sendo construído em Santos, é preciso voltar a 2006. O lançamento original de “O Diabo Veste Prada” não foi apenas um filme — foi um fenômeno de marketing que redefiniu as estratégias de ativação de marca no cinema global. A bolsa vermelha icônica tornou-se elemento de merchandising que transcendia a tela. Pipoceiras temáticas, displays de alta costura, parcerias com marcas de luxo e exibições de carros premium nas entradas dos cinemas criaram uma narrativa imersiva sem precedentes.
O resultado foi econômico e cultural ao mesmo tempo: mais de US$ 300 milhões em bilheteria global, aumento expressivo nas vendas das marcas parceiras — Prada, Louis Vuitton, Hermès — e um efeito multiplicador que se estendeu ao turismo de Nova York, à gastronomia e ao varejo de moda. Mais do que isso, o filme provou que cinema é plataforma de posicionamento de marca, não apenas entretenimento.
Vinte anos depois, com a chegada da sequência aos cinemas, três mulheres de Santos decidiram que essa história merecia um capítulo local — e que esse capítulo seria escrito com intenção, estratégia e identidade.

O Diabo Veste Prada 2
Com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, a sequência chega aos cinemas brasileiros em 30 de abril de 2026. Em Santos, a estreia ganha uma dimensão extra: o Código Prada no Cine Roxy transforma a noite em uma experiência de posicionamento, identidade e conexão genuína.
As Três Arquitetas da Experiência
O Código Prada não nasceu de uma agência de eventos. Nasceu da convergência de três visões de mundo — três mulheres que, cada uma em sua área, já vinham construindo algo maior do que seus negócios individuais. Juntas, elas criaram uma ativação que é, ao mesmo tempo, estratégia de marketing, celebração de identidade e espaço de liderança, evento será realizado dia 6 de Maio.

Laís Miranda
Fundadora da Lumify MKT 360 — Estrategista de Marketing
Laís Miranda traz para o Código Prada a perspectiva estratégica que vai muito além da comunicação tradicional. Sua visão de marketing entende que estratégia, presença e percepção são extensões do posicionamento — e que cada elemento de uma ativação deve ser uma declaração de intenção.
Na Lumify MKT 360, ela construiu uma metodologia que conecta marcas locais a narrativas de alcance global. No Código Prada, isso se traduz em uma curadoria milimétrica: cada detalhe da noite — da comunicação visual ao roteiro da experiência — foi pensado para gerar posicionamento real para as marcas e participantes envolvidos. Marketing como extensão do negócio, não como ornamento.

Lilian Vieira
Fundadora e Responsável Técnica — DraLaq Estética Avançada
Lilian Vieira incorpora ao Código Prada a dimensão mais profunda da experiência: a identidade pessoal como forma de presença autêntica. Sua metodologia “Identidade Viva” parte de uma premissa simples e poderosa — imagem é extensão da identidade, não máscara sobre ela.
Na DraLaq Estética Avançada, ela construiu uma reputação baseada em resultados que respeitam a singularidade de cada pessoa. No Código Prada, essa filosofia se traduz em uma experiência onde estética, comportamento e conexão se encontram. Não é sobre parecer bem. É sobre ser bem — e que isso apareça.

Bárbara Hütter
Sócia e Diretora Comercial — Zaros Escola de Negócios, Santos
Bárbara Hütter traz ao Código Prada a dimensão humana e relacional que transforma eventos em experiências memoráveis. Sua expertise em formar líderes e criar ambientes de troca genuína é o que garante que a noite não será apenas bonita — será significativa.
Na Zaros Escola de Negócios, ela construiu uma cultura onde aprendizado e conexão caminham juntos. No Código Prada, isso se manifesta em uma curadoria de pessoas e momentos que transforma uma simples sessão de cinema em um espaço onde líderes se reconhecem, se inspiram e se conectam de verdade.
O Diferencial: Experiência com Intenção
O que separa o Código Prada de qualquer outra sessão de pré-estreia é a camada de intenção que permeia cada detalhe. Diferentemente de ativações puramente comerciais — onde marcas aparecem como patrocinadores e somem —, o Código Prada foi concebido como um ambiente onde posicionamento é vivenciado, não apenas exibido.
Para os participantes, a noite oferece algo raro no mercado de eventos: a oportunidade de explorar sua própria identidade através da lente da moda, estética e presença — enquanto constroem conexões genuínas com outros profissionais e líderes que entendem o valor do posicionamento. Em um mundo saturado de marketing superficial, o Código Prada prioriza momentos reais de troca e significado.
O Impacto para Santos
Santos tem uma história rica com o cinema — o Cine Roxy é um dos espaços culturais mais emblemáticos do litoral paulista. Mas o Código Prada vai além da nostalgia: ele representa uma oportunidade concreta de posicionar Santos como hub de experiências premium, atraindo um público que valoriza qualidade, intenção e sofisticação.
O movimento econômico gerado por uma ativação desse porte vai além dos ingressos: hospedagem, gastronomia, varejo e serviços relacionados são ativados quando uma cidade se torna destino de experiências de alto padrão. E quando as arquitetas dessa experiência são empresárias locais — com raízes, reputação e rede em Santos —, o impacto é ainda mais duradouro.
Mulheres Que Não Seguem Tendências — Elas as Criam
Há algo profundamente simbólico no fato de que o Código Prada — uma ativação inspirada em um filme sobre o mundo da moda e do poder — seja liderado por três mulheres que constroem poder de formas completamente diferentes. Laís Miranda com a estratégia. Lilian Vieira com a identidade. Bárbara Hütter com a conexão humana.
Nenhuma delas está seguindo uma tendência. Elas estão criando uma — e fazendo isso em Santos, com orgulho e intenção. O Código Prada é a prova de que marketing experiencial de alto impacto não é exclusividade de São Paulo ou Rio de Janeiro. É uma questão de visão, coragem e execução.
O que une as três vai além do evento: é uma compreensão compartilhada de que o mercado santista está pronto para experiências de outro nível. Que o público local — empresários, líderes, profissionais — tem fome de algo que vá além do óbvio. E que quando mulheres com visão se unem em torno de um propósito claro, o resultado não é apenas um evento bonito. É um movimento.
“Alguns eventos são assistidos. Outros são vividos — por quem entende o jogo.”
Em 06 de Maio, no Cine Roxy, Santos vai viver sua própria versão de um fenômeno global. E quem estiver lá vai entender, na prática, o que significa quando estratégia, identidade e conexão se encontram em um único momento.
Isso é o Código Prada. E isso é o que três empresárias de Santos estão construindo — com intenção, com elegância e com a certeza de que o melhor marketing não grita. Ele ressoa.
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