Análises e notícias sobre economia nacional e internacional
Com jogos nos EUA, Canadá e México a partir de junho de 2026, a Copa movimenta desde a venda de televisores e uniformes até o turismo, bares e comércio eletrônico. Veja os números e os segmentos mais aquecidos.
O Brasil recebeu 3,74 milhões de turistas internacionais nos primeiros três meses de 2026, crescimento de 19,4% sobre 2025. São Paulo e Rio lideram as entradas, e o governo mira superar 10 milhões de visitantes no ano.
Cris AragoniPaíses que investem em educação financeira desde cedo colhem frutos de uma população mais poupadora, com menor endividamento e maior capacidade de investimento. Entenda como o Brasil se compara a outras nações e o que ainda precisa mudar.
Grandes redes varejistas, montadoras e empresas de capital aberto exigem certificações ESG de PMEs para manter contratos. Em 2026, quem não se adequou já está perdendo espaço nas cadeias de fornecimento.
A Selic está em 13,25% ao ano — ainda em patamar elevado. Para PMEs e empreendedores, o cenário exige ação estratégica. Veja estratégias concretas para blindar sua empresa do custo do crédito em 2026.
Cris AragoniO Pix Automático, lançado pelo Banco Central em 2025, já está consolidado em 2026. Para empresas de assinatura, academias e prestadores de serviços, a mudança foi revolucionária — e o débito automático tradicional está em extinção.
Com a taxa básica de juros mantida pelo Copom e sinais de recuperação do PIB, analistas projetam cenário mais favorável para os negócios no segundo trimestre — mas alertam para riscos externos e fiscais.
Bloqueio no Estreito de Ormuz com 95% de queda no tráfego, revisão moderada do PIB brasileiro para 1,8% e início do prazo do Imposto de Renda marcam a semana econômica de 16 a 22 de março de 2026.
A Associação Brasileira dos Geradores Termelétricos (Abraget) critica a inclusão de baterias no leilão de reserva de capacidade e defende que a disputa deveria ser por serviços ancilares. Entenda o embate que pode redefinir o futuro do armazenamento de energia no Brasil.

Cadeias produtivas em mutação: o Brasil avança além da média global Um dos dados mais relevantes do estudo está na reconfiguração das cadeias de suprimentos. No Brasil, 73% dos executivos afirmam estar priorizando modelos regionais, com produção local voltada ao consumo local — percentual superior à média global de 68%. Esse movimento revela uma indústria mais consciente dos riscos logísticos, geopolíticos e de dependência externa, ao mesmo tempo em que reforça a relevância do Brasil como polo produtivo e estratégico na nova geografia da mobilidade.

O Brasil enfrenta risco crescente de desequilíbrio fiscal a partir de 2027, impulsionado pelo avanço das despesas obrigatórias e pela limitação do novo arcabouço fiscal. Sem reformas estruturais e ajustes políticos coordenados, a pressão sobre juros, dívida e investimentos pode comprometer o crescimento econômico sustentável.