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De 14 a 19 de abril de 2026, as tensões entre Israel, Irã e os países do Golfo atingiram um novo patamar — e os reflexos chegaram direto ao preço do petróleo (+8,4%), ao dólar (R$ 5,92) e ao mercado automotivo brasileiro.
O atrito entre Washington e os aliados europeus da OTAN, combinado com a escalada da tensão com o Irã, redesenha o mapa de riscos globais em 2026. Entenda o que está acontecendo e o que isso significa para o Brasil.
O acirramento das disputas entre EUA, China e Europa remodela as cadeias globais de suprimentos. Para o Brasil, o cenário de desglobalização cria janelas únicas de oportunidade — mas também riscos que exigem estratégia.

Em 2025, o Brasil se encontra em uma contradição complexa: estamos entre as dez maiores economias do mundo, mas avançamos pouco em produtividade, complexidade exportadora e intensidade tecnológica — aspectos fundamentais para a nova economia. Enquanto nossos pares dos BRICS, especialmente China e Índia, transformaram ciência, tecnologia e inovação em pilares de suas estratégias de desenvolvimento, o Brasil permanece refém de políticas que priorizam o curto prazo e a expansão do consumo por meio de transferências.