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O Brasil recebeu 3,74 milhões de turistas internacionais nos primeiros três meses de 2026, crescimento de 19,4% sobre 2025. São Paulo e Rio lideram as entradas, e o governo mira superar 10 milhões de visitantes no ano.
Países que investem em educação financeira desde cedo colhem frutos de uma população mais poupadora, com menor endividamento e maior capacidade de investimento. Entenda como o Brasil se compara a outras nações e o que ainda precisa mudar.
Grandes redes varejistas, montadoras e empresas de capital aberto exigem certificações ESG de PMEs para manter contratos. Em 2026, quem não se adequou já está perdendo espaço nas cadeias de fornecimento.
A Selic está em 13,25% ao ano — ainda em patamar elevado. Para PMEs e empreendedores, o cenário exige ação estratégica. Veja estratégias concretas para blindar sua empresa do custo do crédito em 2026.
O Pix Automático, lançado pelo Banco Central em 2025, já está consolidado em 2026. Para empresas de assinatura, academias e prestadores de serviços, a mudança foi revolucionária — e o débito automático tradicional está em extinção.
Com a taxa básica de juros mantida pelo Copom e sinais de recuperação do PIB, analistas projetam cenário mais favorável para os negócios no segundo trimestre — mas alertam para riscos externos e fiscais.
Bloqueio no Estreito de Ormuz com 95% de queda no tráfego, revisão moderada do PIB brasileiro para 1,8% e início do prazo do Imposto de Renda marcam a semana econômica de 16 a 22 de março de 2026.
A Associação Brasileira dos Geradores Termelétricos (Abraget) critica a inclusão de baterias no leilão de reserva de capacidade e defende que a disputa deveria ser por serviços ancilares. Entenda o embate que pode redefinir o futuro do armazenamento de energia no Brasil.

Cadeias produtivas em mutação: o Brasil avança além da média global Um dos dados mais relevantes do estudo está na reconfiguração das cadeias de suprimentos. No Brasil, 73% dos executivos afirmam estar priorizando modelos regionais, com produção local voltada ao consumo local — percentual superior à média global de 68%. Esse movimento revela uma indústria mais consciente dos riscos logísticos, geopolíticos e de dependência externa, ao mesmo tempo em que reforça a relevância do Brasil como polo produtivo e estratégico na nova geografia da mobilidade.

O Brasil enfrenta risco crescente de desequilíbrio fiscal a partir de 2027, impulsionado pelo avanço das despesas obrigatórias e pela limitação do novo arcabouço fiscal. Sem reformas estruturais e ajustes políticos coordenados, a pressão sobre juros, dívida e investimentos pode comprometer o crescimento econômico sustentável.